sábado, 12 de maio de 2012
Podemos mudar sim, tudo é possível
O que fará o homem
no momento atual
para o desenvolvimento social
e sustentável do país?
Não se negar dos seus compromissos,
não ser omisso
nas suas ações e na cooperação
do engrandecimento de uma política
que dê credibilidade.
Não devemos só traçar planos
e deixá-los de cumprir.
Não devemos aglomerar pessoas
e não entendê-las.
Devemos sim, pensar que todos
buscam o melhor enquanto homem
e ser solidário para com o próximo.
Para que no momento presente
possamos cuidar de nossos jovens
e fazê-los mais capazes.
Para enfrentarem a sociedade em que vivem,
e não torná-los adultos sem perspectivas.
No entanto é preciso criar meios e maneiras
de qualificá-los para o mercado de trabalho.
Agora, a sociedade civil
e os governantes tem que pensar
na juventude
como um ser que pode aprimorar-se
antes mesmo de enfrentar
o primeiro emprego,
para não saírem frustrados
na primeira porta que se fecha.
O jovem não é algo distante,
é o momento presente
que avança com a tecnologia
e questões sociais
que não são resolvidas,
vendo que há muitos culpados
por não cobrar com eloquência
dos nossos políticos,
dos quais nós confiamos.
Para tanto, é preciso
erguermos a cabeça
e não termos medo
do que possa nos acontecer.
Afinal, somos capazes
de mudar e desenvolver
a nossa cidade,
o nosso estado,
o nosso país.
Manuel Lima
Políticas Culturais
Faculdade do Vale do Jaguaribe
Pós-Graduação em Arte Educação na Escola
Disciplina: Políticas Culturais
Professor: Kleiton Santiago
Na disciplina Políticas Culturais apresentada pelo Professor Kleiton Santiago, vimos o quanto devemos aprender para entender o que é a política e a cultura do nosso país, e de como uma sociedade organizada culturalmente torna-se mais festiva a vida de um povo, através de suas manifestações artísticas para expressar-se. E de que maneira devemos entender a opinião dos especialistas que apontam melhorias de ações nas políticas públicas, e acima de tudo qualificar os profissionais. Havendo um interesse social e pessoal por parte dos gestores de cada esfera, sejam elas federal, estadual e municipal. Nos chamando atenção que é necessário fomentar a cultura, de um modo geral que haja um olhar e uma permanência de público para as produções locais quando estiverem com seus espetáculos em cartaz.
Fizemos uma discussão muito produtiva com a revisão do vídeo A Servidão Humana que nos trás muitos questionamentos a respeito de como o homem é escravo da sociedade em que vive, e de que forma as classes sociais estão suscetivas a uma sociedade de tantos contrastes sócio-culturais.
Manuel Lima
"Não é só a riqueza de um bem material, mas de um bem social." Kleiton Santiago
O que é política cultural?
Antes de mais nada, é necessário definir o que seja política e o que sejacultura. Todos nascem com a necessidade de um relacionamento interpessoal, por isso o homem é capaz de se organizar, de construir uma sociedade, e sendo participante dessa sociedade é capaz de influenciar nas decisões desta, e isso é aessência da palavra “política”. Já a cultura é definida como sendo as características de um determinado povo, em uma determinada região, é aquilo que diferencia um grupo de pessoas dos demais.É importante destacar que a cultura foi censurada pela política, vários pensadores, e cientistas não puderam expressar suas idéias, devido a imposição deum poder absolutista. Muitos pensadores buscaram soluções para a crise em queestavam envolvidos politicamente, e gastaram muito tempo em achar respostas racionais para o problema.
O Estado Novo foi o período ditatorial assumido por Getúlio Vargas, um homem pessoalmente simpático. Mas para defender esta “política cultural” o ditador teve que destituir de cargos e funções além de perseguir, prender e expulsar osgrandes intelectuais do Brasil para fora do país.Na atualidade a discussão sobre política cultural atinge outros universos. Esforços são empregados na concepção de cultura e da sua importância. E mesmo que uma cultura seja diferente, ela não se anula, pelo contrário, só tende a fortalecer-se.
http://pt.scribd.com/doc/4109051/O-que-e-politica-cultural
Júlio César Marques e Luciano Lopez Zaniz
sexta-feira, 11 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
Fernando Schüler
| 24.02.2012 › | ||||||||||||||||||||||||||
| Entrevista Folha Dirigina - política de educação no Brasil | ||||||||||||||||||||||||||
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| Um novo contrato entre Estado e sociedade na educação brasileira Jornal Folha Dirigida – fevereiro 2012 Fernando Schuler: “a verdade é que há um problema estrutural na educação brasileira” Nas últimas décadas, o ensino superior brasileiro passou por um crescimento exponencial. Do começo dos anos 90 até os dias atuais, o número de matrículas saltou de 1,5 milhão para 6 milhões. Já o total de instituições dobrou, só na última década. Ainda assim, na opinião do diretor executivo do Ibmec-RJ, Fernando Schuler, o quadro ainda não pode ser considerado satisfatório, principalmente porque a quantidade de alunos que concluem os cursos universitários ainda é muito inferior à média internacional. Fernando Schüler é especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental pela Escola Nacional de Administração Pública e em Cooperação Internacional pela Universidade de Barcelona. Tem 20 anos de experiência como professor, em instituições como a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), além de ampla vivência como formulador de políticas públicas, conferencista e consultor de empresas e de organizações do terceiro setor. FOLHA DIRIGIDA - Como o senhor avalia o quadro geral do ensino superior no Brasil? Ele tem crescido da maneira adequada, nos últimos anos? Fernando Schuler — No começo dos anos 90, o Brasil possuía pouco menos de 1,5 milhão de estudantes cursando o ensino superior. Duas décadas depois, cruzamos a barreira dos 6 milhões de alunos matriculados, em boa medida graças ao crescimento do educacional privado. O número de estudantes quadruplicou, em um período em que a população cresceu pouco mais de 30%. Mesmo assim, a resposta é negativa. A taxa de alunos concluintes no ensino superior na Espanha, por exemplo, é quatro vezes superior à nossa, para não falar dos resultados qualitativos que temos obtido. A verdade é que há um problema estrutural na educação brasileira, em grande medida decorrente da falência do Estado como prestador de serviços públicos. Em boa medida, a debilidade da nossa educação tem a mesma natureza da debilidade da oferta da saúde pública, do sistema prisional e assim por diante. O Estado propõe-se a fazer algo que não consegue, e isto tem custado caro a diversas gerações de brasileiros. No início da década passada, o ensino superior privado era muito criticado por sua falta de qualidade, causada pelo crescimento acelerado no número de instituições e cursos. O quadro melhorou nos últimos anos ou a qualidade ainda existe em poucas instituições? No ano 2000, o Brasil possuía 1.200 instituições de ensino superior. Hoje temos 2.400. Isto é, em uma década, o País simplesmente dobrou o número de IES. Em 10 anos, criamos mais instituições de ensino superior do que durante toda a história do Brasil. Há um mito sobre o crescimento acelerado das IES nos anos 90. Elas cresceram quatro vezes mais na última década. Isto me leva à conclusão de que nossa primeira tarefa, para compreender a educação brasileira, é prestar atenção aos fatos e retirar do debate qualquer viés de natureza político-partidária. É evidente que uma expansão com esta velocidade não foi feita sem alguma perda de qualidade, ou ao menos com um forte desequilíbrio entre as instituições. No último Enade, dentre 2.176, quase um terço foi reprovada, e apenas 27 obtiveram nota máxima. No setor privado, é comum criticarem o sistema de avaliação do MEC. A principal das críticas é ao fato de que o sistema atribui um peso muito alto à nota do Enade, que é feito de forma voluntária, e, muitas vezes, sem compromisso, por parte dos alunos. Concorda com esse argumento ou acredita que, no fundo, este aspecto não tem influência decisiva no resultado? É essencial não apenas avaliar, mas manter uma regularidade de longo prazo no sistema de avaliação. O pior que poderia ocorrer para a educação brasileira seria mudarmos os sistemas de avaliação a cada novo governo. Política de educação é uma questão de Estado, não de governos. É previsível que as instituições estatais levem, em geral, alguma vantagem em uma prova como a que é feita no âmbito do Enade. Historicamente, o sistema estatal de ensino superior foi estruturado para oferecer gratuidade à elite, restando aos mais pobres recorrer ao ensino particular, em geral feito de cursos noturnos e recursos parcos. Isto tem mudado nos últimos anos, ainda que de maneira tímida. O ponto central é que é preciso avaliar. E comparar. Não vejo problema na existência de uma saudável competição entre as instituições de ensino. Outra crítica frequente ao sistema de avaliação do MEC é ao fato de que o sistema avalia, a partir dos mesmos critérios, instituições de perfis e objetivos diferentes (universidades, centros e faculdades) e instituições de regiões e realidades bastante distintas. A seu ver, existe realmente esse problema ou estes aspectos não influem? Por que? Não concordo com esta visão. Os estudantes de uma pequena faculdade no interior do Rio Grande do Sul têm o mesmo direito a condições adequadas de ensino que um estudante da USP, da PUC ou do Ibmec. Do ponto de vista do cidadão, do estudante, não deve fazer a menor diferença se estamos tratando de uma universidade ou de uma faculdade, estatal ou não estatal. Aliás, a principal fonte de desigualdade no ensino superior no Brasil é gerada pelo próprio Estado, devido à concentração despropositada de recursos federais na rede estatal de ensino superior. Em todo o caso, é preciso avaliar e comparar os resultados obtidos por cada instituição. Só assim vamos corrigir, essa é minha esperança, as assimetrias estruturais existentes no sistema. Atualmente, existe uma tendência de fusões e incorporações que têm gerado grandes grupos educacionais que hoje atuam, principalmente, no ensino superior. Este fenômeno tende, a seu ver, a trazer mais problemas ou mais resultados positivos para a qualidade do ensino superior brasileiro?
Em tese, a formação de um grupo educacional de grande porte pode gerar
sinergias e aumentar a capacidade de investimento em pesquisa e
qualidade de ensino. Vejo com bons olhos este movimento. O que conta,
no fundo, não é se a instituição é grande ou pequena. É se ela será
capaz de contratar bons professores, ter bons laboratórios e
bibliotecas, e, principalmente, ser capaz de oferecer uma educação de
qualidade sem se dobrar ao apelo fácil do mercado, isto é, a um certo
pacto de mediocridade em que os alunos pagam pouco e são pouco
exigidos, e a instituição, por sua vez, reduz a qualidade de ensino, de
modo a não perder o cliente. Alunos, em certo sentido, não são
clientes. Considero uma equação difícil de resolver.
A Educação a Distância tem
crescido, nos últimos anos, em um ritmo bem superior ao do ensino
presencial. A seu ver, o mercado está mais receptivo a esse tipo de
formação?Em dez anos, o ensino a distância passou de 1% para mais de 15% das matrículas de graduação no País. Crescemos de maneira muito rápida. As instituições estão aperfeiçoando os sistemas de gestão acadêmica, e investindo mais, o que fará mais sentido na medida em que o sistema ganhar escala. Não há nenhuma evidência de que a educação a distância produza menos qualidade do que a educação presencial. Intuitivamente, apenas observando o envolvimento das pessoas (e não apenas adolescentes) na esfera digital e nas redes sociais, é difícil imaginar que elas aprenderiam mais recebendo aulas expositivas, visualizando um quadro negro e lendo compêndios didáticos, do que em um ambiente digital dinâmico e interativo. Não tenho dúvida de que haverá um forte crescimento do ensino a distancia no Brasil, nos próximos anos |
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| Leia também: | ||||||||||||||||||||||||||
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sexta-feira, 6 de abril de 2012
. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Ao longo das décadas de 70 e 80 o Governo Federal criou
várias comissões ou grupos de trabalho para discutir a questão do ensino a
distância no Brasil. Segundo Niskier (1996), em 1977 foi criado um grupo de
trabalho para estudar a possível implantação de uma Universidade Aberta e a
Distância nos moldes da Open University Britânica.
Mais de anos depois no Governo Sarney, outro grupo de
trabalho concluiu documento denominado “Por uma Política Nacional de Educação
Aberta e a Distância (1989). Neste algumas linhas gerais para implantação da
EAD no Brasil foram definidas:
• Proceder ai levantamento da demanda real de necessidade,
a ser atendida pela metodologia de EAD.
• Promover a formação de equipes multidisciplinares para a
produção de programas.
• Ampliar o acervo das bibliotecas escolares, de modo a
incorporar também vídeos, disquetes e outros materiais.
• Incentivar a produção de programas locais de rádio e
televisão.
• Apoiar técnica e financeiramente programas e projetos de
EAD promovidos por instituições públicas de ensino e organizações da sociedade
civil sem fins lucrativos.
• Estabelecer mecanismos de acompanhamento e avaliação de
programas e projetos da EAD.
• Aproveitar a infra-estrutura de instituições de ensino
médio e superior, para torná-las centros de EAD regionais e/ou estaduais.
• Incluir a metodologia da EAD nos currículos dos curso de
educação e de comunicação.
• Oferecer, nas universidades, cursos de especialização em
metodologia de educação à distância.
Oferecer cursos de especialização para professores e
outros profissionais de ensino superior, em face da carência de recursos
humanos com titulação adequada e formalmente exigida (NISKIER, 1996). Somente
na década de 90 podemos observar uma gradativa implementação de iniciativas
governamentais com certa perenidade. O Ministério da Educação e a Fundação
Pinto (TVE – RJ) lança em 1990 o Programa Um Salto o Futuro, com o objetivo de
qualificar professores do Ensino Fundamental em serviço, através da modalidade
de tele-educação. O Programa TV-Escola, lançado em 1995, por sua vez,
constituiu um avanço em relação ao “Um Salto para o Futuro”, ao incorporar e
produzir novas formas de aprendizagem para os docentes e novos materiais
audiovisuais para uso em sala de aula, contribuindo para a qualidade da prática
pedagógica e para formação continuada dos professores em tecnologia da
Educação. Alonso (1996) ressalta que em 1993 foi estabelecido um Convênio entre
o MEC e as Universidades Públicas Brasileiras no sentido de criar uma Sistema
Público de EAD em nível de terceiro grau. A conseqüência prática deste foi a
constituição do Consórcio Interuniversitário de Educação p.39). acordo com as
demandas regionais, definindo linhas de trabalho em EAD que contemplassem a
diversidade, os problemas e as características de um país como o nosso.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei Nº 9.394/96),
promulgada em 20 de dezembro de 1996 prevê a implantação gradativa da Educação
a Distância (EAD) no Sistema Nacional de Ensino. Conforme Garcia (1998), “a
plena entrada em vigor da LDB Nacional apresenta mais de 100 dispositivos que
necessitam de regulamentação especial, quer seja do Conselho Nacional quer seja
dos Conselhos Estaduais de Educação” (p.37). Porém, no que tange a EAD, as ações
governamentais têm sido muito ágeis na promulgação de legislação complementar
que define orientações básicas para implantação, credenciamento e avaliação dos
programas de teleducação.
O Art. 80 da Lei estabelece que a União incentivará o
desenvolvimento de programas de ensino a distância, em todos os níveis e
modalidades de ensino e, regulamentará os requisitos básicos necessários para a
realização de exames e registro de diploma relativos a cursos a distância. O
Decreto Nº2494/98 veio regulamentar o Artigo 80 da LDB, definindo a compreensão
(oficial) do que é EAD, da oferta, do credenciamento, da autorização e dos
exames. A Portaria Nº301/98 normatiza os procedimentos de credenciamento para a
oferta de cursos de graduação e educação profissional tecnológica a distância
(www.mec.gov.br).
Trabalho Colaborativo em Rede
Pós-Graduação em Arte-Educação na Escola
Faculdade do Vale do Jaguaribe-Aracati-Ceará-Brasil
Faculdade do Vale do Jaguaribe-Aracati-Ceará-Brasil
A disciplina " Trabalho Colaborativo em Rede, ministrada pelo
Professor Kleiton Santiago, vem nos falar que estamos sempre partilhando, assim
como a educação está sendo compartilhada na grande rede social que é a
INTERNET.
Em que dentro do contexto histórico, o papel da arte e educação sempre foi colaborativa, com uma prática educativa de conhecimentos e habilidades aplicadas pelo o homem, com o propósito de fazer com que os estudantes se expressem, e assumam que são capazes de acompanhar os avanços tecnológicos.
Onde a Educação a Distância, um modelo aplicado a várias décadas, não seja um empecilho para o homem do século XXI, e sim uma maneira simples de começar um sonho de iniciar o Nível Superior na comodidade de sua casa, no seu horário disponível, fundamentando-se no aprimoramento do conhecimento.
Em que dentro do contexto histórico, o papel da arte e educação sempre foi colaborativa, com uma prática educativa de conhecimentos e habilidades aplicadas pelo o homem, com o propósito de fazer com que os estudantes se expressem, e assumam que são capazes de acompanhar os avanços tecnológicos.
Onde a Educação a Distância, um modelo aplicado a várias décadas, não seja um empecilho para o homem do século XXI, e sim uma maneira simples de começar um sonho de iniciar o Nível Superior na comodidade de sua casa, no seu horário disponível, fundamentando-se no aprimoramento do conhecimento.
Visão Histórica da Educação a Distância
Desde a Antigüidade constatam-se iniciativas
de intercambiar informações, de veicular orientações, instruções entre pessoas
ou cidades dedicam à modalidade da educação a distância. Tanto na Grécia como,
posteriormente, em Roma, as pessoas comunicavam-se através de correspondência
(correio), com o intuito de troca de informações sobre o cotidiano privado e/ou
da comunidade, transmitindo informações, notícias úteis ao desenvolvimento
econômico e social das comunidades. No entanto é na modernidade que se
manifestarão as primeiras iniciativas de ensinar determinados saberes sem a
relação presencial entre o preceptor (professor) e o aprendiz (aluno).
Por volta de 1728, a Gazeta de Boston (EUA) publicou um anúncio de autoria do professor Cauleb Philips em que dizia: “Toda a pessoa da região, desejosa de aprender esta arte, pode receber em sua casa várias lições semanalmente e ser perfeitamente instruída, como as pessoas que vivem em Boston” (SARAIVA, p.18). O Curso era o de taquigrafia. Mas foi no século XIX na Europa que o ensino por correspondência vai caracterizar-se como a primeira geração de procedimentos de ensino a distância. Segundo em 1883 na Suécia registrou-se a primeira experiência de um curso de contabilidade por correspondência.
Na Inglaterra (1840) Issac Pitman resume os princípios da taquigrafia em cartões postais que trocava com seus alunos. A “Phonografic Corresponding Society” foi criada na Inglaterra em 1843. Os alemães fundaram o primeiro Instituto de Ensino de Línguas por correspondência por iniciativa de Charles Toussaint e Gustav Langenscheidt. Nos EUA por volta de 1873, Anna Eliot Ticknon funda a “Society to Encourage Study at home” e na Pennsylvania, Thomas J. Foster cria um curso sobre medidas de segurança no trabalho de mineração (International Correspondence Institute). No mesmo ano de 1891, a Universidade de Wisconsin passa a ofertar, em nível de extensão, cursos pelo correio. (SARAIVA, p.18). No início do século, mais precisamente no final da Primeira Guerra Mundial, houve procura muito grande por escolarização na Europa Ocidental, tendo em vista a falência dos Estados nacionais, a falta de Segundo recursos e a dispersão espacial dos demandantes, o que impulsionou a necessidade da institucionalização de um ensino a distância. (p.37) a URSS em 1922 criava um sistema de ensino por correspondência para assegurar a formação dos trabalhadores que, em dois anos, atendeu em torno de trezentos e cinqüenta mil estudantes.
Até a Segunda Guerra Mundial várias experiências foram adotadas, desenvolvendo-se melhor as metodologias aplicadas ao ensino por correspondência que, depois, foram fortemente influenciadas pela introdução de novos meios de comunicação de massa, sobretudo o rádio (...) (NUNES, s/d, p 7). Você encontrará no capítulo I do livro de Garcia Aretio “La Educacion a Distancia e la UNED”, um resumo cronológico dos principais eventos que fizeram os primórdios do ensino a distância no mundo e, no capítulo X, uma lista das mais destacadas organizações e redes internacionais que se dedicam á modalidade da educação à distância.
Por volta de 1728, a Gazeta de Boston (EUA) publicou um anúncio de autoria do professor Cauleb Philips em que dizia: “Toda a pessoa da região, desejosa de aprender esta arte, pode receber em sua casa várias lições semanalmente e ser perfeitamente instruída, como as pessoas que vivem em Boston” (SARAIVA, p.18). O Curso era o de taquigrafia. Mas foi no século XIX na Europa que o ensino por correspondência vai caracterizar-se como a primeira geração de procedimentos de ensino a distância. Segundo em 1883 na Suécia registrou-se a primeira experiência de um curso de contabilidade por correspondência.
Na Inglaterra (1840) Issac Pitman resume os princípios da taquigrafia em cartões postais que trocava com seus alunos. A “Phonografic Corresponding Society” foi criada na Inglaterra em 1843. Os alemães fundaram o primeiro Instituto de Ensino de Línguas por correspondência por iniciativa de Charles Toussaint e Gustav Langenscheidt. Nos EUA por volta de 1873, Anna Eliot Ticknon funda a “Society to Encourage Study at home” e na Pennsylvania, Thomas J. Foster cria um curso sobre medidas de segurança no trabalho de mineração (International Correspondence Institute). No mesmo ano de 1891, a Universidade de Wisconsin passa a ofertar, em nível de extensão, cursos pelo correio. (SARAIVA, p.18). No início do século, mais precisamente no final da Primeira Guerra Mundial, houve procura muito grande por escolarização na Europa Ocidental, tendo em vista a falência dos Estados nacionais, a falta de Segundo recursos e a dispersão espacial dos demandantes, o que impulsionou a necessidade da institucionalização de um ensino a distância. (p.37) a URSS em 1922 criava um sistema de ensino por correspondência para assegurar a formação dos trabalhadores que, em dois anos, atendeu em torno de trezentos e cinqüenta mil estudantes.
Até a Segunda Guerra Mundial várias experiências foram adotadas, desenvolvendo-se melhor as metodologias aplicadas ao ensino por correspondência que, depois, foram fortemente influenciadas pela introdução de novos meios de comunicação de massa, sobretudo o rádio (...) (NUNES, s/d, p 7). Você encontrará no capítulo I do livro de Garcia Aretio “La Educacion a Distancia e la UNED”, um resumo cronológico dos principais eventos que fizeram os primórdios do ensino a distância no mundo e, no capítulo X, uma lista das mais destacadas organizações e redes internacionais que se dedicam á modalidade da educação à distância.
http://www.mundovestibular.com.br/articles/4958/1/O-que-e-educacao-a-distancia-EAD/Paacutegina1.html
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